Vacina para rinite alérgica


SAÚDE | ALERGIA
Foto: Eloisa Matos

Vacina para rinite alérgica

A Rinite Alérgica é desencadeada por gatilhos, como ácaros, fungos, epitélio de cão, epitélio gato, gramíneas, pólen, entre outros, sendo o mais prevalente na população os ácaros. Os sintomas desencadeiam incômodos à população, podendo influenciar no desempenho de suas atividades diárias como: trabalho, qualidade do sono e exercício físico, et

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Dra. Marina Verdi – otorrinolaringologista – CRM 169290 | RQE 71239


A maior parte da população brasileira sofre de algum tipo de alergia. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), esse percentual chega a 30%. Rinite Alérgica é a inflamação da mucosa nasal mediada por IgE, e os principais sintomas associados ao quadro são espirros, obstrução nasal, prurido nasal e coriza.

A Rinite Alérgica é desencadeada por gatilhos, como ácaros, fungos, epitélio de cão, epitélio gato, gramíneas, pólen, entre outros, sendo o mais prevalente na população os ácaros. Os sintomas desencadeiam incômodos à população, podendo influenciar no desempenho de suas atividades diárias como: trabalho, qualidade do sono e exercício físico, etc.

A médica Dra. Marina Verdi, otorrinolaringologista, relata que o tratamento para Rinite Alérgica consiste em higiene ambiental do meio em que se vive e a diminuição do contato com o agente causador, tratamento medicamentoso e, como melhor opção de tratamento para o quadro, a imunoterapia. A imunoterapia baseia-se na diminuição da sensibilidade do paciente ao alérgeno específico causador da sua rinite alérgica, com melhora dos sintomas por tempo prolongando, podendo perdurar por anos.

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Para identificar o alérgeno específico, Dra. Marina realiza o teste cutâneo alérgico chamado “prick teste”. O teste pode ser realizado em qualquer idade, desde que haja forte evidencia clínica, inclusive em crianças. A imunoterapia iniciada precocemente na população pediátrica reduz a chance do paciente desenvolver asma. Serão testados os alérgenos específicos mais prevalentes na população. O “prick teste” é realizado por meio de puntores padronizados que quebram a barreira da pele, desencadeando uma reação alérgica imediata ao alérgeno específico. Indolor, causa apenas prurido local no paciente alérgico. A leitura do teste é feita 20 minutos após a aplicação.

De acordo com as alterações evidenciadas no exame, Dra. Marina Verdi formula uma vacina específica para o quadro alérgico do paciente, que é administrada via sublingual, com boa aceitação e baixo índice de efeitos colaterais. “Aos pacientes com rinite alérgica, não é preciso conviver com os sintomas, a imunoterapia é a melhor opção terapêutica para garantir melhor qualidade de vida”, afirma Dra. Marina Verdi.










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